sábado, 13 de dezembro de 2008

Jardineiro em diurna lida
Do raiar do dia ao sol se por
Das flores faz o mistér da vida
Vivendo os momento do seu labor.

Amante das belezas da vida.
O poeta, eterno sonhador
Anima a pena esquecida
Compondo um poema de amor.

Um poema para que diz não crer
Nos anseios d’um coração que chora
Essa angustia que só faz sofrer.

Contudo, toda noite tem sua aurora
E o triste pranto que choro agora.
Será riso no alvorecer.

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